Terapia com células tronco pode curar o glaucoma

A terapia com células tronco são uma esperança para a cura do glaucoma
Perder a visão dificulta muito a vida de uma pessoa. Muitas adaptações devem ser realizadas, tanto no dia-a-dia do paciente quanto das pessoas que convivem com ele. Uma das adaptações imediatas é a possibilidade de uso da internet através de software e fones de ouvido, adaptando-se bem com o teclado.
Quanto a reverter o processo que danificou as células temos ainda um longo caminho pela frente.
Isso pela característica das células que compõem o nervo óptico. São várias células nervosas diferentes e a regeneração de apenas uma destas células não é capaz de restabelecer a função das demais. O grande desafio em glaucoma é conseguir regenerar todas as células e ainda restabelecer a ligação entre elas.
Teoricamente é possível mas o caminho até o sucesso é longo.
Os testes com células tronco começaram e avançam para doenças onde esse resultado está respondendo mais rapidamente, como o tratamento de doenças genéticas como a DMRI (degeneração macular relacionada à idade).
As células nervosas nos permite ver porque a parte de trás do olho, em resposta à luz, transmite sinais para o cérebro ao qual interpretamos como visão. Se essas células morrem, não se transmite mais esses sinais para o cérebro.
O corpo tem meios limitados para reparar células e não há maneira de substituir as mortas. Os danos no sistema nervoso causadores da cegueira é considerado permanente.
Atualmente, os cientistas acreditam que podem curar essa cegueira dentro de 15 anos e isso depende do financiamento de projetos focados na regeneração de células nervosas perdidas.
Outro caminho é o mapeamento da forma como as imagens são transmitidas para o cérebro a fim de desenvolver tecnologia que substitua essa função. Isso já vem sendo feito e temos também outro longo caminho.
A perspectiva é de que ainda leve 15 anos para termos os primeiros resultados positivos.
As soluções imediatas ainda estão na prevenção e cuidados. É importante diagnosticar a doença de forma precoce e estabelecer ações para interromper o processo de falência das células do nervo óptico.